quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Nova oportunidade profissional

Como é  difícil tomar a decisão de ir em busca de novas oportunidades, deixar pra trás novas amizades que foram bem marcantes.
Hoje fiz essa decisão, não fiquei muito pensando o que poderia acontecer, apenas deixei que Deus decidisse o que seria melhor, coloquei em suas mãos...e numa conversa com Ele, me fez resolver que deveria sim aproveitar essa nova oportunidade, que apareceu sem eu ao menos olhar para atrás. Como sempre aconteceu na minha vida profissional, não fui muito de correr atrás, graças a Deus tive bom amigos, que me indicaram.
Hoje faz dois dias que fechei uma porta e abri outra...novos desafios...novos amigos..mas os velhos sempre mantenho contatos.
Hoje vejo o com é difícil começar ao novo e deixa o velhos costumes para trás, isto é, estava me acostumando com a forma de trabalhar de um jeito e agora tudo mudou, me sinto perdida, sem saber o que fazer, o que falar, como se eu não soubesse o que devo fazer...sabendo sim como é,  mas como as pessoas tem sua forma se trabalhar e não aceita trocar, me sinto encurralada.
 Sei que tudo isso é o começo, que aos poucos muda e acabo me acostumando, mas batei um medinho, de que nada dará certo. Espero que Deus me ajude a superar essa insegurança.

sexta-feira, 19 de março de 2021

Mensagens para os Anjos do Vera Cruz

Um ano se passou, muitas coisas aconteceram, tivemos mãos de fadas que nos ajudaram a cuidar e nos ensinou como cuidar de nossa Dudinha. Prematura de 6 meses.
Hoje tenho muito que agradecer todas as enfermeiras, médicos, ajudantes...que nos deram forças para superar o susto que tivemos com a chegada de nossa princesinha Maria Eduarda.
Obrigada, pelas palavras e gesto de carinho. Vocês fizeram a diferença...e nós levamos pra vida amigos que nos tornamos.
Podem ter a certeza que a Maria Eduarda saberà o com forças nos deram, e graças a vocês a Duda hoje é uma criança forte, sem nenhuma sequela.
Foi difícil, doloso, sair do hospital sem ela nos braços, hoje entendo com importante foi a Duda ter ficado 47 dias nas mãos desses Anjos que são vocês, sempre dispostas a nos ensinar e ajudar, com palavras e carinho, vocês fizeram e continuam fazendo a diferença nesse mundo cheio de mistérios, que é a ciência.
Só tenho que agradecer muito, mais muito vocês por tudo.

COVID

Nunca imaginei que um dia passaria por esse fase no mundo, uma doença contagiosa respiratória, onde precisamos nos isolar de famílias, amigos, de todos. Cada dia que passa mais gente morrendo, um aperto no coração, cada notícia que lemos ou ouvimos. Pensar que minha filha está vivendo num mundo de muitos acontecimentos, tecnológico e pior de doença que mal sabemos como combater. Estamos correndo contra o tempo, tentando descobrir uma cura de uma doença que a um ano e meio descobrimos.
Por mais que nos precavemos, não teve escapatória, peguei, como meus pais, irmã, marido e filha. Agora temos que nos isolar, estamos com um vírus que podemos passar pra outras pessoas, me sentindo um monstro.
O medo me toma, tenho que ser forte, pela minha família e principalmente pela minha filha, de apenas dois anos, depende muito de mim, não posso deixar a peteca cair, essa doença pode até matar, por isso que não podemos deixa nos decair.
Nosso corpo pede arrego, doi tudo, muito cansaço, da fadiga, diarréia, falta de apetite e enjoo.
Os médicos apenas nos avisa que o único remédio é combater os sintomas, pra uns eles dão antibiótico, antiflamatorio, ivermectina, pra outros remédio pra diarréia, paracetamol e analgésico. Tudo depende de sintomas, pra mim e o Edu nos indicou apenas remédio pra combater dor de cabeça como paracetamol, dois dias se passaram e o Edu começou com manchas no corpo e eu perdi o paladar e o olfato, mas graças a Deus só temos esses sintomas, como minha família também, já estamos curados, nenhuma notícias ruim. Por Deus tudo passou bem, me doi pensar que em outros lugares as notícias são outras. A morte é pior notícia, pois não podem ao menos se despedirem, são enterrados sozinhos num saco preto, como um lixo...muito doloroso.
O que nos resta é orar muito e pedir a Deus que tenha misericórdia. Quem sabe conseguiremos achar uma cura...So Deus pra nós ajudar.

sábado, 30 de maio de 2020

19 de Novembro 2018 Duda foi pra casa

Quando os médicos passaram na UTI neo natal e vieram me falar que a Duda ia receber alta no outro dia de manhã, depois de 47 dias internada e eu indo todos os dias das 8hrs as 23hrs de segunda a segunda, minhas pernas estremesseram, não acreditava, queria chorar, berrar as quatro canto daquela UTI de felicidade, voltei para casa sem saber o que deveria fazer primeiro rss...arrumar a malinha dela, arrumar minha mala, o que levar? 
Quando um bebê recebe alta da UTI ele não vai embora pra casa direto, na verdade ele vai para o quarto, fica três dias com a mãe. 
Nesses três dias a mãe cuida do bebê sozinha. E se precisar de ajuda as enfermeiras dão orientações.
Naquela noite não dormi direito de ansiedade, era um sonho. Queria minha filha comigo no Natal e com a família. Desejava muito isso.
Chegando no Vera Cruz meu coração disparou, despedi das enfermeiras, das Mães lá presente, fomos juntas para o quarto, ficamos juntas por três dias. Não precisei de ajuda pra nada, consegui cuidar da Duda, dar banho, mama, peito, as enfermeiras só ficaram olhando pra ver se estava fazendo direito. 
Na segunda feira do dia 19 de Novembro de 2018, logo após o almoço, tivemos alta...dia de irmos pra casa. 
Na verdade fomos pra casa da minha mãe, pois estávamos de mudança para o apartamento em Hortolândia. Ficamos hospedados lá até o Natal, depois me senti segura pra irmos embora para o apartamento.
Foi um momento muito marcante pra mim, ficar sozinha num quarto de hospital, com minha filha pequinininha. 

Meu primeiro brinquinho

A Duda já havia nascido, estava ainda no hospital, para ganhar peso, pois nasceu muito prematura, quando o Eduardo veio com presente para mim, comprou o primeiro brinquinho de ouro para a Duda, pérola.
Como era muito pequenininha, os médicos nos orientou de esperar ela crescer um pouco, para poder colocar o brinquinho. Eu como mãe de primeira viagem não aguentava esperar, queria logo colocar. Os antigos falavam, que se colocasse  bem cedoo brinco, o bebê não sentiria muita dor, as vezes nem dor sentia ao furar.
No dia 20 de Março de 2019 resolvemos ir na farmácia do shopping Unimart, onde tinha um senhor farmacêutico muito bom e experiênte, para colocar brinco em bebê, muita gente que conheço me indicou lá, até minha prima levou a Yasmim para furar lá. E não é que o senhor e bom mesmo! 
Para falar a verdade a Duda chorou, mas existe uma tecnica que se levantar para cima e virar o bebê para a parede ele para de chorar na hora, e foi o que aconteceu com  Duda. Ela berrou na hora, mas ao levantar e virar ela para parede, parou de chorar, gemia um pouco, mas é  normal. Sai de lá satisfeita e feliz de ver minha menininha de brinquinho. Ficou linda! 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Duda fala Angu

No dia 30 de Janeiro de 2019 tive o prazer e a emoção de poder ouvir minha filha Maria Eduarda a falar pela primeira vez ANGU.
Estava na casa da minha mãe Barbara, pois no dia 28 voltei a trabalhar, acabou a licença maternidade, e como a Dudinha nasceu muito prematura, de 29 semana, tive a orientação do Pediatra a não coloca- lá na escolinha ou creche. Já não queria mesmo coloca -lá, pois nem mal curti ela recém nascida em casa, não pude leva-lá do hospital quando tive alta, então por que devo me afastar dela tão pequeninha. Por esse motivo solicitei a minha chefe de poder trabalhar em home office, assim teria como estar perto dela. E sendo minha mãe cuidado dela, não ficaria taão frustrada de não poder estar 24hrs do ladinho, grudadinha dela.
E por isso pude vivenciar esse momento mágico que é  a maternidade. Assim estou curtindo cada dia seu desenvolvimento que não está sendo fácil, esse refluxo me deixa muito nervosa.

sábado, 19 de outubro de 2019

Primeira gargalhada

No dia 25 de Fevereiro de 2019, dia em que a Maria Eduarda deu sua primeira gargalhada.
Foi muito engraçado...
Como de costume o Du, meu Marido, me levava todos os dias na casa dos meus pais. Como ainda não compramos carro, achavamos melhor que eu ficasse na casa dos meus pais, caso desse algum problema ou se a Duda ficasse doente, tinha alguém para me ajudar a socorrer.
Passava o dia todo lá, a noite o du me buscava para irmos pra casa em Hortolândia.
E nesse dia foi uma comedia, o du foi nos buscarmos e ao entrarmos no carro, a Dudinha já estava no bebê conforto e eu tb já estava dentro do carro no banco de passageiro atrás, e o du estava colocando o carrinho no porta malas do palio.
O carrinho é  necessário desmontar, isto é,  tirar as rodinhas para caber no porta mala.
E o Du odiava fazer toda essa dinâmica, convenhamos da muita raiva, monta e desmontar esse carrinho, mesmo que seja leve, muito ruim fazer isso. E ao colocar no porta malas ele falou, ainda vou comprar um carro grande pra nunca mais desmontar essa porcaria, nisso a Duda soltou uma enorme gargalhada da cara do papai. Foi de mais...a Duda rindo do Du, eu também dei muita risada, pois ta longe disso acontesser rsss.